• Símbolo da Apple

    23 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Em meio aos símbolos parrudos e mais másculos do mundo da informática, é de uma delicadeza rara a maçãzinha metálica ou branquela nos nossos queridos Macs.

    O interessante é que muitos a vêem diariamente, mas são raras as vezes em que paramos para pensar no que significa, ou de onde o Jobs e o Woz tiveram a idéia de nomear sua empresa de informática de… maçã.

    Pois bem, caro leitor, eis aqui a breve e resumida história do símbolo da empresa (e de seu nome, também).

    Iniciarei pelo princípio: Newton. Reza a lenda que Newton, encostado em uma macieira, teria visto (ou sentido, vai saber) uma das maçãs cair — daí surgiu o famoso estalo que deu início aos seus estudos sobre a gravidade. E a fama da maçã ter servido de inspiração para o cientista.

    apple_mac_classic_wallpaper_by_xulfikar-d3jrk4kAntes de Newton, porém, houve Adão e Eva, segundo a Bíblia. A maçã é o fruto da árvore da sabedoria. Isso seria outra referência do símbolo. Portanto, seriam duas as referências para a marca Apple: a popular, com Adão e Eva, e a nerd — e mais interessante para nós e a própria Apple –, com Sir Isaac Newton. Vamos lá:

    1. Newton “na veia”

    O símbolo rebuscadão aí ao lado foi o primeiro a representar a empresa. Desenhado por Jobs e Robert Wayne, o famoso 3º sócio da Apple que a abandonou por medo de futuros prejuízos (pff…). Uma representação da comentada cena de Newton e sua maçã, emoldurada com algumas inscrições na borda e com uma faixa a sua volta, com o nome Apple Computer.

    Esse símbolo nunca teria muito futuro. Extremamente detalhado, sua reprodução em tamanhos diminutos seria um horror: sua percepção seria demasiadamente complicada e demorada, vamos combinar. E… quem é que vai gravar facilmente essa imagem? Não funciona, foge de vários princípios para símbolos e logotipos. O público não sentiria atração por algo que, por ser em estilo antigo, remete a algo ultrapassado. Para uma empresa de informática, isso é o fim.

    Eis que Jobs percebeu o que expliquei acima e resolveu mudar de vez o símbolo e com isso, ajudou a criar um dos símbolos mais famosos, polêmicos e interessantes símbolos da informática.

    1. A Apple é Pop

    Comparado à seus colegas, o símbolo da Apple é inovação pura. A Apple segue seus princípios inovadores desde o seu início.

    No final dos anos 70, Rob Janoff foi contratado pela Apple para lhe dar uma nova representação visual. Eis que Rob cria um símbolo que, embora pareça simples e “feliz”, demonstra as bases da ideologia da empresa. Vamos por partes:

    2.1. Forma e conceito

    A associação da maçã com conhecimento se tornou popular com as desventuras do casal e com Sir Newton. Parte daí o princípio do nome da empresa: maçã = conhecimento. Mas acho que você já tinha sacado isso…

    A famosa mordida significa a aquisição do conhecimento. Pelo lado bíblico, simbolizaria a sedução provocada pelos seus produtos e a busca por nossos desejos. Também é um trocadilho: mordida, em inglês, é bite, que obviamente lembra byte. E byte, é coisa de computador.

    Rob interpretou os ideais da empresa. Do primeiro símbolo, retirou apenas o elemento principal, a maçã, e a redesenhou com um visual muito mais limpo e moderno, expressando todas essas idéias nessas linhas curvas.

    Do ponto de vista gráfico, o símbolo foi inovador. IBM, Microsoft e cia, todas usavam seus nomes como símbolos, usando fontes que remetessem à tecnologia. E uma delas, uma hippie em meio a engravatados e fãs de Star Trek, resolveu usar… uma fruta. E só. O nome Apple, com a tipografia serifada clássica, era utilizado como complemento para determinados meios, não sendo obrigatório, portanto.

    2.2. Cores

    A empolgação com as cores também tem vários significados: um deles remete aos estudos de Newton com os prismas. Ora pois, a dispersão luminosa: quando um raio de luz incide em um prisma transparente e triangular, o que veremos projetado do “outro lado”? Um espectro, exibindo várias cores, vulgarmente falando. As mesmas utilizadas na maçã feliz. Esta dá uma base para a justificativa do arco-íris: todos concordam que são as cores do arco-íris que estão ali presentes. Mas…não notaram nada anormal? As cores não seguem a mesma ordem! Isso significaria rebeldia. E, lembrando da bandeira de pirata na sede da empresa lá nos anos 80, não duvido disso.

    Ou simplesmente indica(va) que a interface gráfica do Apple II já suportava cores. A mais pé no chão e sem-graça das explicações.

    1. A Maçã amadureceu…

    …e agora, com seus 30 anos, passou a ser minimalista, monocromática, e um pouquinho mais magrinha (observem). Se tornou mais versátil, pois se torna livre para diversas combinações de cores, coisa que seria tenebrosa com um símbolo multicolorido. Além de uma versões em uma cor só e sem efeitos, ganhou uma versão mais glamourosa, maquiada ao estilo Aqua. Fugiu dos anos 80 e entrou nos 90, resumindo.

    1. Finalmente

    Gosto da maneira com que a Apple brinca com as coisas. Seu nome é Apple, logo lançou o Macintosh, um tipo de maçã. Além das referências nerds ao estudioso da gravidade, batizando “seu palm” de Newton. Portanto, creio que a influência do Sir é muito mais forte para a empresa do que a referência bíblica indicada por muitos.

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  • O Festival de Criatividade de Cannes

    16 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    O Festival de Criatividade de Cannes foi criado pela SAWA (Screen Advertising Worlds Agencies), hoje pertence a Ascential plc e é realizado na cidade de Cannes, na Riviera Francesa. Foi criado em 1953, e se tornou o mais importante prêmio da publicidade mundial. Geralmente é realizado no mês de junho.

    O festival

    cannes-2012Tradicionalmente, teve uma única categoria (Filmes), até que no início da década de 90 começaram a surgir novas categorias. Os prêmios são divididos em Grand Prix, Leão de Ouro, Leão de Prata e Leão de Bronze. Cada categoria tem um chefe de júri, e o júri de cada categoria é composto por publicitários de vários países escolhidos, sendo estes países os que tem maior participação em inscrição de peças no festival. Em 2005, foi criado o Titanium Lions, categoria criada para premiar as ideias mais inovadoras e audaciosas em comunicação. Em 2006, a novidades são: a nova categoria, Promo Lions, e a separação da categoria Impressa da categoria Outdoor. O Brasil tornou-se um dos países mais premiados no Festival, juntamente com os Estados UnidosInglaterraAlemanhaFrança e Espanha. Outros países importantes, tratando-se de premiação, são ItáliaPortugalSuéciaArgentinaJapão, entre outros.

    Categorias

    Na edição de 2006, houve nove categorias:

    Categoria Especial:

    • Young Creatives (destinada a jovens talentos da propaganda)

    O Brasil no festival

    O primeiro leão de ouro da publicidade brasileira veio em 1974, com o filme Homem com mais de quarenta anos, criado por Washington Olivetto e Francesc Petit, pela agência DPZ, para o Conselho Nacional de Propaganda. Desde então, o Brasil tem ganhado cada vez mais prêmios e se tornado destaque, como é o caso de agências como DM9DDB e F/Nazca Saatchi & Saatchi, eleitas melhores agências do mundo no festival. Na categoria Young Creatives, o primeiro leão de ouro foi ganho em 2001 pela dupla Guga Ketzer e Marco Aurélio Monteiro. Na última edição (2005), o Brasil foi terceiro país que mais inscreveu peças no festival (atrás de Estados Unidos e Alemanha, e na frente de Inglaterra e Espanha).

    Em 2006, o Brasil conquistou três Leões de Bronze, entretanto, um deles foi devolvido pela Lew Lara 15 dias após o término do Festival de Cannes. Se considerarmos esse fato, a performance brasileira em 2007 é semelhante a do ano passado, porém, naquele em 2006 tivemos 18 peças entre as finalistas, contra 10 desta edição.

    Somando todas as áreas do festival, o Brasil ganhou mais 28 Leões em 2007, fechando sua participação no Palais des Festivals com seis Leões de Ouro, quatro de Prata e 20 de Bronze, performance melhor que a do ano passado, quando o País conquistou 28 Leões, sendo cinco de Ouro, sete de Prata e 15 de Bronze.

    Em 2017, o Brasil somou dezenas de Leões no festival. Entre outros, na categoria “Media” (Meios de Comunicação) do 64º Cannes Lions, a ação #VamosMudarOsNúmeros realizada pelo Cruzeiro Esporte Clube em parceria com a ONG AzMina foi premiada com o Leão de Bronze.

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  • 12 comerciais que seriam banidos hoje

    9 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    A Publicidade surgiu para divulgar marcas, produtos e serviços, para fazer com que o cliente/consumidor transforme o que antes era apenas um desejo em necessidade e, desde que foi projetada em páginas de revistas, jornais, outdoors e afins, muita coisa mudou. Quer um exemplo? As propagandas de cigarro exibiam pessoas felizes, enérgicas e saudáveis – depois, quando os malefícios da nicotina foram mais bem explorados, esse tipo de abordagem comercial foi proibido.

    O fato é que propagandas influenciam diretamente a opinião dos consumidores, especialmente daqueles que ainda não têm discernimento, como as crianças, para entender que alguns apelos não passam de campanhas de marketing. É por isso que propagandas de bebidas alcoólicas não contam mais com animações “infantis”, por exemplo. Confira, a seguir, algumas campanhas publicitárias antigas que, se fossem veiculadas hoje, seriam apedrejadas:

    1 – Marlboro

    “Antes de você me repreender, mamãe, talvez seja melhor você acender um Marlboro” e “Você não precisa se sentir defumado. Esse é o milagre de Marlboro” são os slogans exibidos ao lado dos rostinhos dos bebês.

    12 – Pall Mall

    “Neste Natal não perca a diversão de fumar”.

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    3 – Van Heusen

    “É atrevido, é audacioso, tem um olhar mais ousado em camisas”.

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    4 – Kenwood

    “O chefe faz tudo, menos cozinhar – é para isso que as esposas servem!”

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    5 – Dracon

    “É bom ter uma garota em casa.”

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    6 – Flowers Vacola

    “O presente ideal para todas as ocasiões.”

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    7 – Van Heusen

    “Mostre para ela que o mundo é dos homens.”

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    8 – Postage Meter

    “É sempre ilegal matar uma mulher?”

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    9 – Camels

    “Mais médicos fumam Camels do que qualquer outro cigarro.”

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    10 – Marlboro

    “Venha para onde o sabor está.”

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    11 – Palmolive

    “A maioria dos homens pergunta ‘Ela é bonita?’ e não ‘Ela é inteligente?’”

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    12 – Lloyd manufacturing Co.

    “Cura instantânea!” com doses de cocaína para dor de dente.

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  • Digital influencer: o que é afinal

    2 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Com a evolução da internet e a mudança na forma como as pessoas consomem informações e produtos, surgiu a figura do digital influencer ou, em bom português, o influenciador digital.

    O digital influencer nada mais é que um produtor de conteúdo que utiliza seus canais para influenciar comportamentos tanto na internet, como fora dela.

    O termo está tão comum que é provável que, antes de começar a ler este post, você tenha visto algum perfil no Facebook, YouTube ou Instagram, no qual a pessoa se descreve como um influenciador digital.

    E, a não ser que você não esteja nas redes sociais, já deve ter ouvido falar de nomes como Whindersson Nunes, Pc Siqueira, Camila Coutinho e Thaynara OG, certo?

    Mas, afinal, o que essas personalidades da web fizeram para atrair tantos seguidores? Será que é possível, MESMO, usar a sua influência na internet para gerar renda?

    Digital influencer: o início do mercado

    A figura do influenciador sempre existiu na internet em páginas como Fotolog, Flogão e Orkut, mas só adquiriu o status que tem hoje a partir do momento que as marcas começaram a usar as redes sociais como canais estratégicos de divulgação para seus produtos e serviços. Inclusive, já é possível se fazer faculdade de digital influencer.

    Ainda se sabe muito pouco sobre o curso, mas o fato é que as faculdades já estão de olho nessa oportunidade de negócio.

    Em 2010, PC Siqueira, um dos influenciadores pioneiros, fez o upload do seu primeiro vídeo na internet. Hoje, o canal dele tem mais de 245 milhões de views e aproximadamente 2,3 milhões de inscritos.

    Mas você se surpreenderá ao saber que, apesar desses números, ele não é, nem de longe, o YouTuber mais conhecido do Brasil.

    Esse posto pertence a Whindersson Nunes, que tem mais de 22 milhões de inscritos em seu canal, e foi citado em várias listas como um dos YouTubers mais influentes do mundo.

    Mas não é só no YouTube que os influencers estão.

    O crescimento do Instagram, uma outra categoria de influenciadores digitais focada em nichos como esportes, moda, beleza e comportamento ganhou força.

    É o caso de Gabriela Pugliesi, que compartilha a sua rotina de alimentação e malhação diária com mais de 3,5 milhões de seguidores no Instagram.

    Outro exemplo de influenciador que surgiu fora do YouTube é Thaynara OG, que começou a fazer sucesso na internet por causa dos seus vídeos de curta duração no Snapchat e, atualmente, tem mais de 2,5 milhões de seguidores em outras redes, como Instagram e Twitter.

    Thaynara OG

    Todos os exemplos citados acima chamaram a atenção de grandes marcas não só pela quantidade de seguidores que têm, mas porque falam para uma audiência segmentada, portanto, rendem um tipo de publicidade mais assertiva do que outdoors e comerciais de TV.

    De acordo com um estudo feito pela SocialChorus, campanhas com influenciadores podem ter um engajamento até 16 vezes maior do que a publicidade em outros meios de comunicação.

    Outra pesquisa feita pela Nielsen, empresa especializada no comportamento dos consumidores, mostrou que 90% dos clientes confiam na recomendação de outras pessoas para comprar um produto, enquanto apenas 33% se dizem influenciados por anúncios.

    Por causa desse potencial para gerar negócios, os digital influencers ganharam autonomia para negociar valores e ganhar dinheiro, a partir do conteúdo que já produziam.

    Nada mal, considerando que eles faziam o que faziam, por hobby.

    Vantagens x desvantagens de ser um digital influencer

    Assim como qualquer profissão, ser um digital influencer também tem seus prós e contras. A seguir, listamos alguns.

    Vantagens:

    Mobilidade

    Uma das maiores vantagens para pessoas que trabalham com a internet é a possibilidade de trabalhar remoto, seja em casa, no trânsito ou de qualquer lugar do mundo. Basta ter internet, um smartphone, uma câmera e/ou um computador portátil para estar conectado com todos os seus seguidores.

    Liberdade editorial

    Outro fator positivo da profissão de influenciador é que eles podem produzir o conteúdo que quiserem sobre o assunto que têm mais interesse, exceto nos casos que essa liberdade editorial é negociada com a empresa que contratou o serviço.

    Acesso a experiências

    Nos dias de hoje, o influenciador é um dos profissionais mais procurados para endossar produtos e serviços. Por causa disso, eles obtêm certas vantagens no contrato que vão além do cachê, como viagens, acesso à eventos e até mesmo produtos.

    Esse tipo de recompensa é comum principalmente no início, quando o influenciador ainda não construiu a sua autoridade naquele nicho, e troca a sua influência por produtos ou serviços do anunciante, a chamada permuta.

    Agenda flexível

    Como a maior parte do trabalho do influenciador pode ser realizada em casa, ele também tem mais liberdade para organizar sua agenda e distribuir seu dia entre compromissos pessoais e profissionais.

    Mas é importante ter atenção nesse ponto e não ser flexível demais nos horários, pois você precisará produzir conteúdo constantemente para  seus canais, se quiser manter sua audiência engajada.

    Desvantagens:

    Passar menos tempo com a família

    Conforme a demanda pelo seu trabalho aumenta, é possível que você tenha que realizar algumas viagens e comparecer à eventos para divulgar produtos e serviços, o que significa passar mais dias longe de casa. Esse pode ser um grande empecilho para pessoas muito apegadas à família, principalmente, para os influenciadores que têm filhos.

    Mas não desanime! Pense da seguinte forma: quanto mais valor você gerar para a empresa que contratar seus serviços, mais fácil será negociar condições, inclusive, solicitar que seus familiares viagem com você.

    Influenciadores digitais brasileiros

    Influenciadores digitais brasileiros

    Falta de privacidade

    Por causa do excesso de exposição, muitos seguidores sentem como se te conhecessem e podem ser invasivos durante seus momentos de lazer. É comum que essas pessoas tenham interesse em tirar uma foto com a pessoa que seguem nas redes sociais, mas é importante estabelecer limites para preservar sua privacidade e das pessoas que estiverem com você.

    Haters

    Os haters são aqueles usuários cuja maior distração é entrar nos perfis de pessoas conhecidas para fazer comentários maldosos. De acordo com a quantidade de comentários que essa pessoa fizer, e o nível da ofensa, o melhor caminho é ignorar.

    Em caso de comentários preconceituosas ou ameaças a sua segurança, tire prints das postagens e entre em contato com delegacias especializadas em crimes virtuais.

    Calotes de empresas

    A notoriedade dos influenciadores não os deixa imunes à pessoas e empresas que não cumprem o que foi combinado. Por isso, antes de fazer uma parceria, pesquise o anunciante, veja comentários de clientes e, sempre que possível, formalize a conversa em um contrato de prestação de serviços.

    Caso não exista um contrato, certifique-se de deixar documentados os e-mails e mensagens trocadas.

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  • 6 tendências de marketing revolucionárias em 2018

    29 set 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Marketing de relacionamento

    A meta do marketing de relacionamento é focar na construção de uma lealdade mais forte e envolvimento com o cliente em longo prazo, em vez de uma aquisição de cliente e vendas individuais rápidas e de curto prazo. Ele ajuda as empresas a desenvolver conexões mais fortes e emotivas entre o cliente e suas marcas, que impulsionam promoções boca a boca e geração de leads.

    Automação de Marketing

    Usar uma plataforma de automação de marketing facilita a programação de e-mails, segmentação de contatos, automação de publicação de mídias sociais, gerenciamento do seu conteúdo e acompanhamento do ciclo de vida de clientes em seu funil de marketing. Essa tendência de automação destaca também o crescimento da convergência, que permite permanecer tão enxuto, focado e lucrativo quanto for possível, sem comprometer a qualidade.

    Realidade virtual

    A tecnologia de realidade virtual, terá inevitavelmente um enorme impacto na maneira que os profissional de marketing envolverão os consumidores. Uma das coisas mais importantes em marketing, é a personalização. Com a capacidade de contar, literalmente, histórias imersivas, as empresas poderão se envolver como nunca.

    Marketing efêmero

    Para fornecer campanhas integradas que façam os constituintes se sentirem conectados, especialmente a geração mais jovem de consumidores, você precisa oferecer conteúdo exclusivo que tem data de expiração. Esse marketing onde “menos é mais”, trata-se de uma comunicação que é mais curta e direta ao ponto. Em um mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo, esse modelo funciona.

    Pesquisa além dos mecanismos de pesquisa

    Com o Facebook já trabalhando em testes para seu próprio mecanismo de pesquisa, parece inevitável que os recursos de pesquisa irão além do Google, Bing e Yahoo. À medida que os recursos de pesquisa melhorarem nas mídias sociais, as marcas obterão um impulso automático. Além disso, quando botões de comprar e mensagens de pagamento aparecerem nas mídias sociais em 2018, uma plataforma do tipo “tudo em um” se manifestará.

    Inbound Marketing

    Apesar de não ser uma novidade nos Estados Unidos, as empresas brasileiras estão descobrindo cada vez mais o poder o Inbound Marketing. A metodologia Inbound acredita que a forma dos consumidores se relacionarem com as marcas mudou, e é importante saber em que estágio da compra eles estão para abordá-los de maneira estratégica e eficaz.

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  • O potencial de consumo das 10 maiores comunidades do Brasil

    18 set 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Em 2016, as periferias brasileiras movimentaram mais de 141 bilhões de reais. Só as classes B2, C1 e C2 responderam por 96 bilhões de reais desse montante.

    Agora, um novo estudo da Outdoor Social, especializada em meios de comunicação para classes populares, mostra o potencial de consumo das dez comunidades mais populosas do Brasil.

    A análise mostra, assim, o potencial de oportunidades para empresas e marcas dentro das comunidades. Oportunidades, também, para atrair anunciantes e estratégias de marketing para aquelas áreas.

    Entre os segmentos que mais movimentam a economia nas comunidades, estão alimentação dentro de casa, artigos de limpeza, calçados, eletrodomésticos e equipamentos, medicamentos, higiene e cuidados pessoais, material de construção, matrículas e mensalidades e vestuário confeccionados.

    Confira os resultados:

    1. Rocinha (RJ)

    Moradores: 71 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$129 milhões
    • Material de construção: 50 milhões
    • Medicamentos: R$ 38 milhões
    • Vestuário: e R$ 25 milhões
    1. Rio das Pedras (RJ)

    Moradores: 56 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 107 milhões
    • Material de construção: R$ 43 milhões
    • Medicamentos: R$ 32 milhões
    • Vestuário: R$ 21 milhões
    1. Heliópolis (SP)

    Moradores: 43 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 88 milhões
    • Medicamentos: R$ 27 milhões
    • Material de construção: R$ 23 milhões
    • Vestuário: R$ 9 milhões
    1. Paraisópolis (SP)

    Moradores: 45 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 93 milhões
    • Medicamentos: R$ 29 milhões
    • Material de construção: R$ 22 milhões
    • Vestuário: R$20 milhões
    1. Cidade de Deus (AM)

    Moradores: 48 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 112 milhões
    • Material de construção: R$ 24 milhões
    • Vestuário: R$ 22 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 17 milhões
    1. Baixada do Condor (PA)

    Moradores: 40 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$97 milhões
    • Material de construção: R$ 21 milhões
    • Vestuário: R$ 20 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: 15 milhões
    1. Baixada da Estrada Nova Jurunas (PA)

    Moradores: 54 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 130 milhões
    • Material de construção: R$ 27 milhões
    • Vestuário: R$ 27 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 19 milhões
    1. Casa Amarela (PE)

    Moradores: 55 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$94 milhões
    • Material de construção: R$ 20 milhões
    • Medicamentos: R$ 19 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 18 milhões
    1. Coroadinho (MA)

    Moradores: 57 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$104 milhões
    • Material de construção: R$20 milhões
    • Vestuários: R$ 19 milhões
    • Medicamentos: R$17 milhões
    1. Sol Nascente (DF)

    Moradores: 64 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 85 milhões
    • Material de construção: R$ 42 milhões
    • Vestuários: R$ 25 milhões
    • Medicamentos:  R$ 19 milhões.
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  • Taxa de conversão: tudo que você precisa saber

    3 ago 2017
    Guilherme Teixeira
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    Uma das várias métricas utilizadas pelas empresas para calcular o êxito de suas estratégias é a taxa de conversão. Ela pode servir como um indicativo da eficiência de uma estratégia de comunicação ou campanha.

    Algumas empresas a calculam somente uma vez por ano, a fim de entender quais estratégias obtiveram o sucesso desejado. E outras nem sequer prestam atenção nesse dado.

    Mas afinal, o que é a taxa de conversão?

    O principal objetivo dessa métrica é perceber se os investimentos feitos pela sua empresa estão tendo bons retornos.

    Além disso, a taxa de conversão é uma forma eficaz de medir os resultados das suas estratégias de Marketing Digital.

    É importante que você tenha em mente qual o indicativo da sua taxa de conversão: o preenchimento de um cadastro, solicitação de um orçamento ou taxa de abertura de uma campanha de Email Marketing.


    Taxa de conversão x Funil de Vendas

    A taxa de conversão pode dizer diversas informações preciosas para sua empresa. Uma delas é mostrar o ponto fraco do seu funil de vendas.

    Quando calculamos a taxa de conversão baseado no funil de vendas, não só descobrimos onde está o ponto fraco da estratégia, mas também conseguimos mensurar a real taxa de conversão do site.

    Podemos calcular, por exemplo, quantos visitantes se tornam leads em seu site. Isso vai nos dizer quantas pessoas entram no site e tomam alguma atitude que indica uma nutrição daquele relacionamento.

    Se o seu site tem 10.000 visitantes e 653 preenchem algum formulário ou fazem um pedido de orçamento pode calcular a taxa de conversão

    Visitantes: 10.000

    Número de conversões: 653

    Tx de Conversão: 653/10.000 = 6,53%

    funil de vendasComo saber se tenho uma baixa taxa de conversão?

    É preciso ter um conhecimento profundo sobre sua empresa e o mercado em que ela está inserida. Somente um estudo mais completo de comparação entre os segmentos pode lhe ajudar a identificar.

    Porém, se mais de 90% dos seus visitantes estão deixando seu site sem fazer qualquer sinal de fidelização, pode ser que haja um problema.

    Em linhas gerais, a taxa de conversão é um número muito importante e que deve ser colocado em pauta em uma empresa.

    Ela vai nortear suas ações de marketing, trazer insights sobre seu público e mostrar os principais pontos fracos. Esse estudo é essencial para quem quer atingir uma boa performance, identificando os problemas, fazendo deles oportunidades para buscar resultados melhores.

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  • Como transformar o Facebook de sua empresa em vendas

    4 jul 2017
    Guilherme Teixeira
    218
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    O Facebook é uma das maiores e mais ativas redes sociais do mundo. São quase 2 bilhões de usuários ativos todos os meses, o que significa um vasto mercado aberto para seu negócio.

    Mesmo que pareça simples, postar qualquer foto e vídeo não garante que os clientes apareçam prontos para consumir seu produto. É preciso ter estratégias.

    Vamos passar algumas dicas que irão te ajudar a transformar a página do seu negócio no Facebook um lugar para impulsionar suas vendas. Elas vão te ajudar a criar conteúdos que engajam seu público e a utilizar as ferramentas que a rede social tem a seu favor.

    1. Escolha boas fotos de perfil e capa

    Lembre-se de escolher imagens que lembrem a sua marca, como sua logomarca. É interessante que as pessoas que entrem no perfil da sua empresa reconheçam sua marca por essas imagens.

    2. Coloque um botão Call-to-action

    Essa é uma das ferramentas oferecidas pelo Facebook às páginas empresariais. Esse botão é uma maneira de levar o visitante diretamente para seu site, ou em uma versão mobile, pode ligar diretamente para sua empresa.

    O Facebook dá várias opções como, “Fale conosco”, “Faça sua reserva” ou “Saiba Mais”. É só você escolher a que mais faz sentido para o seu negócio.

    3. Determine o horário e a frequência ideal para suas postagens

    No marketing digital, as estratégias são de extrema importância. Para cria-las é preciso observar o comportamento do cliente nas redes e fazer testes.

    Com as postagens para o Facebook do seu negócio não é diferente. A partir de análises de relatórios feitos pela própria rede e observação de seus clientes, é possível chegar a um número de postagens ideal e ainda o melhor horário para suas publicações.

    Não se esqueça de ir se adaptando ao longo do tempo já que o comportamento de seu público pode ir mudando.

    4. Monitore e responda mensagens e comentários

    Fazer o seu público engajar nas suas publicações já é ótimo e para manter esse resultado é preciso que você responda. De maneira rápida, eficiente e educada, é de extrema importância que você dê a atenção a cada um de seus seguidores. Dessa maneira eles se sentem já bem atendidos e tem mais propensão de escolher a sua empresa e elogiar o seu negócio para amigos e parentes.

    5. Promova sua página

    Uma ótima ferramenta disponibilizada pelo Facebook é de patrocinar posts. Isso quer dizer que você paga um valor e a rede espalha aquele conteúdo para um maior número de pessoas que ainda não segue sua página. Esse anúncio pode ser direcionado para o seu público alvo. Você escolhe faixa etária, sexo, localização e até pessoas que já seguem marcas parecidas com a sua. Dessa maneira você atrai as pessoas certas para sua página e consequentemente para seu negócio.

     

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  • Porque não cortar o marketing nos momentos de crise

    10 abr 2017
    Guilherme Teixeira
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    Em tempos de crise financeira é normal que as empresas façam alguns cortes para não comprometer o andamento. Nessas horas um dos primeiros departamentos que sofrem com esses cortes é o de marketing e comunicação.

    Isso porque ainda é pouco difundido a importância e a relevância que um trabalho bem feito do setor de marketing pode ter nas estratégias do seu negócio. Esse setor é responsável por fazer análises internas da empresa e análises de mercado, identificar tendências, entender e engajar com o público e manter uma boa relação com clientes e possíveis clientes.

    Além disso, é esse setor que, em situações de crise pode ajudar a reverter a situação criando estratégias inteligentes que podem alcançar bons resultados no curto e médio prazo.

    Aqui vão mais alguns motivos para você não deixar de lado a equipe do marketing:

    1. O marketing ajuda na construção da imagem da sua empresa

    Manter a qualidade do seu produto e do seu atendimento ao cliente já deixou de ser um diferencial no mercado competitivo de hoje. Por isso é preciso criar estratégias que destaquem seus diferenciais competitivos, que passam por manter uma relação próxima com o cliente. É aí que o marketing tem um papel essencial.

    Se em um momento de crise está difícil conseguir novos clientes, é necessário que se reafirme a fidelização daqueles que já fazem uso do seu produto. São eles quem irão garantir que seu negócio continue vendendo e podem ainda indicar a sua empresa a amigos e familiares que também precisam do serviço e/ou produto oferecido.

    2. O marketing consegue bons resultados para curto, médio e longo prazo

    As relações de curto prazo envolvem somente a venda, principalmente com aquele tipo de cliente que já sabe o que quer e estão prontos para a compra. Mas no médio e longo prazo o marketing, principalmente o marketing de conteúdo, tem um papel importante.

    Isso porque as estratégias de longo prazo incluem uma construção mais densa da imagem da empresa na busca pela conquista de novos clientes e de aumento do número de vendas. Procurar somente por saídas imediatas em tempos de crise pode ser um erro perante a um mercado de tanta concorrência.

    3. O marketing faz um estudo e conhece bem o perfil do seu consumidor

    Por mais que os empresários e os donos de negócios têm ideia de quem são seus clientes, os profissionais de marketing conseguem fazer um estudo mais a fundo. Esse tipo de conhecimento acaba sendo muito produtivo e gera resultados que te colocam a frente do mercado.

    Hoje já não se faz mais uma definição de público tão abrangente que envolve somente o sexo, idade e classe social. Os clientes estão mais exigentes e o mercado tem que acompanhar a segmentação existente. Por isso o marketing digital criou a concepção de personas, que são representações de um público ideal com características específicas como idade, interesses, objetivos e dificuldades.

    Dessa maneira o profissional de marketing consegue aconselhar seu departamento de vendas sobre as melhores formas de atender os objetivos desse cliente.

    4. O marketing trabalha diretamente com mensuração de resultados

    O marketing digital é uma área que vem se destacando porque trabalha com precisão em cada ação. Desde do estudo do público alvo, até identificar qual ação levou a venda e quais tiveram a maior taxa de rejeição.

    Isso ajuda muito na hora de mensurar os resultados de cada estratégia e perceber em cada caso o que vem dando certo e o que não. Através desses números o profissional de marketing consegue aumentar as vendas e otimizar os investimentos, duas ações imprescindíveis em momentos de crise.

    Podemos então concluir que o mercado vem sofrendo muitas mudanças e enxerga-se uma mudança no hábito de consumo. Por isso é preciso focar em novas formas de vender e para isso nada mais essencial que uma competente e qualificada equipe de marketing.

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  • O que é Branded Content

    16 mar 2017
    Guilherme Teixeira
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    Branded Content baseia-se na ideia de criar um conteúdo que represente a sua marca. Esse tipo de estratégia visa se organizar de forma que se produza sempre um conteúdo que seja relevante para o seu público, de forma não agressiva ou impositiva.

    A internet mudou muito a relação do consumidor com a marca, uma vez que agora é o usuário quem controla aquilo que ele quer ver e qual o tipo de experiência ele pretende ter. Com isso, a produção de propagandas que possuem o mero objetivo de vender um produto e possuem conteúdo muito apelativo não atrairão a atenção dos clientes sendo menos eficaz que outras estratégias adotadas.

    Com isso, é preciso entender melhor o que o seu público pensa e pelo o que se interessa para planejar conteúdos que eles estejam realmente dispostos a ouvir. Isso não necessariamente quer dizer que você não irá mais falar do seu produto ou serviço, e sim que você irá de posicionar por meio de uma estratégia que envolva publicidade, informação e entretenimento, ou seja, utilizará de recursos que tornem o seu conteúdo mais interessante para aqueles que estão recebendo ele.

    Para desenvolver esse tipo de conteúdo é preciso entender alguns pontos. O primeiro deles é que o universo digital demanda que o planejamento dure menos tempo, uma vez que se você demorar muito tempo para falar sobre determinado assunto você corre o risco de torna-lo passado e obsoleto, diminuindo as chances de que seu conteúdo tenha grande visibilidade.

    Outro ponto importante para se levar em conta é o de que, no universo digital, o monitoramento e o gerenciamento desses conteúdos  são muito importantes nesse processo de compreender o que é interessante ou não para o seu público. Ao ter atenção sobre esse ponto, você cria uma maior facilidade de direcionar aquilo que você produz de maneira que atraia as pessoas para quem você pretende vender além de entender, ainda mais, sobre o que elas falam e o que gostam.

    Quanto aos tipos de conteúdo ideais, é importante pensar naquilo que quebre com as expectativas das pessoas. Ao surpreender o leitor, você prende a sua atenção além de gerar interesse, promovendo o engajamento sobre o que você vem produzindo e disponibilizando na  rede para as pessoas.

    Ao adotar essas dicas e entender melhor o seu cliente, suas chances de criar uma boa relação com ele além de se tornar relevante no meio digital é cada vez maior, permitindo que você se torne autoridade no seu segmento e aumentando o seu leque de clientes.

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