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  • Símbolo da Apple

    23 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Em meio aos símbolos parrudos e mais másculos do mundo da informática, é de uma delicadeza rara a maçãzinha metálica ou branquela nos nossos queridos Macs.

    O interessante é que muitos a vêem diariamente, mas são raras as vezes em que paramos para pensar no que significa, ou de onde o Jobs e o Woz tiveram a idéia de nomear sua empresa de informática de… maçã.

    Pois bem, caro leitor, eis aqui a breve e resumida história do símbolo da empresa (e de seu nome, também).

    Iniciarei pelo princípio: Newton. Reza a lenda que Newton, encostado em uma macieira, teria visto (ou sentido, vai saber) uma das maçãs cair — daí surgiu o famoso estalo que deu início aos seus estudos sobre a gravidade. E a fama da maçã ter servido de inspiração para o cientista.

    apple_mac_classic_wallpaper_by_xulfikar-d3jrk4kAntes de Newton, porém, houve Adão e Eva, segundo a Bíblia. A maçã é o fruto da árvore da sabedoria. Isso seria outra referência do símbolo. Portanto, seriam duas as referências para a marca Apple: a popular, com Adão e Eva, e a nerd — e mais interessante para nós e a própria Apple –, com Sir Isaac Newton. Vamos lá:

    1. Newton “na veia”

    O símbolo rebuscadão aí ao lado foi o primeiro a representar a empresa. Desenhado por Jobs e Robert Wayne, o famoso 3º sócio da Apple que a abandonou por medo de futuros prejuízos (pff…). Uma representação da comentada cena de Newton e sua maçã, emoldurada com algumas inscrições na borda e com uma faixa a sua volta, com o nome Apple Computer.

    Esse símbolo nunca teria muito futuro. Extremamente detalhado, sua reprodução em tamanhos diminutos seria um horror: sua percepção seria demasiadamente complicada e demorada, vamos combinar. E… quem é que vai gravar facilmente essa imagem? Não funciona, foge de vários princípios para símbolos e logotipos. O público não sentiria atração por algo que, por ser em estilo antigo, remete a algo ultrapassado. Para uma empresa de informática, isso é o fim.

    Eis que Jobs percebeu o que expliquei acima e resolveu mudar de vez o símbolo e com isso, ajudou a criar um dos símbolos mais famosos, polêmicos e interessantes símbolos da informática.

    1. A Apple é Pop

    Comparado à seus colegas, o símbolo da Apple é inovação pura. A Apple segue seus princípios inovadores desde o seu início.

    No final dos anos 70, Rob Janoff foi contratado pela Apple para lhe dar uma nova representação visual. Eis que Rob cria um símbolo que, embora pareça simples e “feliz”, demonstra as bases da ideologia da empresa. Vamos por partes:

    2.1. Forma e conceito

    A associação da maçã com conhecimento se tornou popular com as desventuras do casal e com Sir Newton. Parte daí o princípio do nome da empresa: maçã = conhecimento. Mas acho que você já tinha sacado isso…

    A famosa mordida significa a aquisição do conhecimento. Pelo lado bíblico, simbolizaria a sedução provocada pelos seus produtos e a busca por nossos desejos. Também é um trocadilho: mordida, em inglês, é bite, que obviamente lembra byte. E byte, é coisa de computador.

    Rob interpretou os ideais da empresa. Do primeiro símbolo, retirou apenas o elemento principal, a maçã, e a redesenhou com um visual muito mais limpo e moderno, expressando todas essas idéias nessas linhas curvas.

    Do ponto de vista gráfico, o símbolo foi inovador. IBM, Microsoft e cia, todas usavam seus nomes como símbolos, usando fontes que remetessem à tecnologia. E uma delas, uma hippie em meio a engravatados e fãs de Star Trek, resolveu usar… uma fruta. E só. O nome Apple, com a tipografia serifada clássica, era utilizado como complemento para determinados meios, não sendo obrigatório, portanto.

    2.2. Cores

    A empolgação com as cores também tem vários significados: um deles remete aos estudos de Newton com os prismas. Ora pois, a dispersão luminosa: quando um raio de luz incide em um prisma transparente e triangular, o que veremos projetado do “outro lado”? Um espectro, exibindo várias cores, vulgarmente falando. As mesmas utilizadas na maçã feliz. Esta dá uma base para a justificativa do arco-íris: todos concordam que são as cores do arco-íris que estão ali presentes. Mas…não notaram nada anormal? As cores não seguem a mesma ordem! Isso significaria rebeldia. E, lembrando da bandeira de pirata na sede da empresa lá nos anos 80, não duvido disso.

    Ou simplesmente indica(va) que a interface gráfica do Apple II já suportava cores. A mais pé no chão e sem-graça das explicações.

    1. A Maçã amadureceu…

    …e agora, com seus 30 anos, passou a ser minimalista, monocromática, e um pouquinho mais magrinha (observem). Se tornou mais versátil, pois se torna livre para diversas combinações de cores, coisa que seria tenebrosa com um símbolo multicolorido. Além de uma versões em uma cor só e sem efeitos, ganhou uma versão mais glamourosa, maquiada ao estilo Aqua. Fugiu dos anos 80 e entrou nos 90, resumindo.

    1. Finalmente

    Gosto da maneira com que a Apple brinca com as coisas. Seu nome é Apple, logo lançou o Macintosh, um tipo de maçã. Além das referências nerds ao estudioso da gravidade, batizando “seu palm” de Newton. Portanto, creio que a influência do Sir é muito mais forte para a empresa do que a referência bíblica indicada por muitos.

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  • O Festival de Criatividade de Cannes

    16 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    O Festival de Criatividade de Cannes foi criado pela SAWA (Screen Advertising Worlds Agencies), hoje pertence a Ascential plc e é realizado na cidade de Cannes, na Riviera Francesa. Foi criado em 1953, e se tornou o mais importante prêmio da publicidade mundial. Geralmente é realizado no mês de junho.

    O festival

    cannes-2012Tradicionalmente, teve uma única categoria (Filmes), até que no início da década de 90 começaram a surgir novas categorias. Os prêmios são divididos em Grand Prix, Leão de Ouro, Leão de Prata e Leão de Bronze. Cada categoria tem um chefe de júri, e o júri de cada categoria é composto por publicitários de vários países escolhidos, sendo estes países os que tem maior participação em inscrição de peças no festival. Em 2005, foi criado o Titanium Lions, categoria criada para premiar as ideias mais inovadoras e audaciosas em comunicação. Em 2006, a novidades são: a nova categoria, Promo Lions, e a separação da categoria Impressa da categoria Outdoor. O Brasil tornou-se um dos países mais premiados no Festival, juntamente com os Estados UnidosInglaterraAlemanhaFrança e Espanha. Outros países importantes, tratando-se de premiação, são ItáliaPortugalSuéciaArgentinaJapão, entre outros.

    Categorias

    Na edição de 2006, houve nove categorias:

    Categoria Especial:

    • Young Creatives (destinada a jovens talentos da propaganda)

    O Brasil no festival

    O primeiro leão de ouro da publicidade brasileira veio em 1974, com o filme Homem com mais de quarenta anos, criado por Washington Olivetto e Francesc Petit, pela agência DPZ, para o Conselho Nacional de Propaganda. Desde então, o Brasil tem ganhado cada vez mais prêmios e se tornado destaque, como é o caso de agências como DM9DDB e F/Nazca Saatchi & Saatchi, eleitas melhores agências do mundo no festival. Na categoria Young Creatives, o primeiro leão de ouro foi ganho em 2001 pela dupla Guga Ketzer e Marco Aurélio Monteiro. Na última edição (2005), o Brasil foi terceiro país que mais inscreveu peças no festival (atrás de Estados Unidos e Alemanha, e na frente de Inglaterra e Espanha).

    Em 2006, o Brasil conquistou três Leões de Bronze, entretanto, um deles foi devolvido pela Lew Lara 15 dias após o término do Festival de Cannes. Se considerarmos esse fato, a performance brasileira em 2007 é semelhante a do ano passado, porém, naquele em 2006 tivemos 18 peças entre as finalistas, contra 10 desta edição.

    Somando todas as áreas do festival, o Brasil ganhou mais 28 Leões em 2007, fechando sua participação no Palais des Festivals com seis Leões de Ouro, quatro de Prata e 20 de Bronze, performance melhor que a do ano passado, quando o País conquistou 28 Leões, sendo cinco de Ouro, sete de Prata e 15 de Bronze.

    Em 2017, o Brasil somou dezenas de Leões no festival. Entre outros, na categoria “Media” (Meios de Comunicação) do 64º Cannes Lions, a ação #VamosMudarOsNúmeros realizada pelo Cruzeiro Esporte Clube em parceria com a ONG AzMina foi premiada com o Leão de Bronze.

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  • 12 comerciais que seriam banidos hoje

    9 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    A Publicidade surgiu para divulgar marcas, produtos e serviços, para fazer com que o cliente/consumidor transforme o que antes era apenas um desejo em necessidade e, desde que foi projetada em páginas de revistas, jornais, outdoors e afins, muita coisa mudou. Quer um exemplo? As propagandas de cigarro exibiam pessoas felizes, enérgicas e saudáveis – depois, quando os malefícios da nicotina foram mais bem explorados, esse tipo de abordagem comercial foi proibido.

    O fato é que propagandas influenciam diretamente a opinião dos consumidores, especialmente daqueles que ainda não têm discernimento, como as crianças, para entender que alguns apelos não passam de campanhas de marketing. É por isso que propagandas de bebidas alcoólicas não contam mais com animações “infantis”, por exemplo. Confira, a seguir, algumas campanhas publicitárias antigas que, se fossem veiculadas hoje, seriam apedrejadas:

    1 – Marlboro

    “Antes de você me repreender, mamãe, talvez seja melhor você acender um Marlboro” e “Você não precisa se sentir defumado. Esse é o milagre de Marlboro” são os slogans exibidos ao lado dos rostinhos dos bebês.

    12 – Pall Mall

    “Neste Natal não perca a diversão de fumar”.

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    3 – Van Heusen

    “É atrevido, é audacioso, tem um olhar mais ousado em camisas”.

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    4 – Kenwood

    “O chefe faz tudo, menos cozinhar – é para isso que as esposas servem!”

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    5 – Dracon

    “É bom ter uma garota em casa.”

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    6 – Flowers Vacola

    “O presente ideal para todas as ocasiões.”

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    7 – Van Heusen

    “Mostre para ela que o mundo é dos homens.”

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    8 – Postage Meter

    “É sempre ilegal matar uma mulher?”

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    9 – Camels

    “Mais médicos fumam Camels do que qualquer outro cigarro.”

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    10 – Marlboro

    “Venha para onde o sabor está.”

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    11 – Palmolive

    “A maioria dos homens pergunta ‘Ela é bonita?’ e não ‘Ela é inteligente?’”

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    12 – Lloyd manufacturing Co.

    “Cura instantânea!” com doses de cocaína para dor de dente.

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  • Digital influencer: o que é afinal

    2 out 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Com a evolução da internet e a mudança na forma como as pessoas consomem informações e produtos, surgiu a figura do digital influencer ou, em bom português, o influenciador digital.

    O digital influencer nada mais é que um produtor de conteúdo que utiliza seus canais para influenciar comportamentos tanto na internet, como fora dela.

    O termo está tão comum que é provável que, antes de começar a ler este post, você tenha visto algum perfil no Facebook, YouTube ou Instagram, no qual a pessoa se descreve como um influenciador digital.

    E, a não ser que você não esteja nas redes sociais, já deve ter ouvido falar de nomes como Whindersson Nunes, Pc Siqueira, Camila Coutinho e Thaynara OG, certo?

    Mas, afinal, o que essas personalidades da web fizeram para atrair tantos seguidores? Será que é possível, MESMO, usar a sua influência na internet para gerar renda?

    Digital influencer: o início do mercado

    A figura do influenciador sempre existiu na internet em páginas como Fotolog, Flogão e Orkut, mas só adquiriu o status que tem hoje a partir do momento que as marcas começaram a usar as redes sociais como canais estratégicos de divulgação para seus produtos e serviços. Inclusive, já é possível se fazer faculdade de digital influencer.

    Ainda se sabe muito pouco sobre o curso, mas o fato é que as faculdades já estão de olho nessa oportunidade de negócio.

    Em 2010, PC Siqueira, um dos influenciadores pioneiros, fez o upload do seu primeiro vídeo na internet. Hoje, o canal dele tem mais de 245 milhões de views e aproximadamente 2,3 milhões de inscritos.

    Mas você se surpreenderá ao saber que, apesar desses números, ele não é, nem de longe, o YouTuber mais conhecido do Brasil.

    Esse posto pertence a Whindersson Nunes, que tem mais de 22 milhões de inscritos em seu canal, e foi citado em várias listas como um dos YouTubers mais influentes do mundo.

    Mas não é só no YouTube que os influencers estão.

    O crescimento do Instagram, uma outra categoria de influenciadores digitais focada em nichos como esportes, moda, beleza e comportamento ganhou força.

    É o caso de Gabriela Pugliesi, que compartilha a sua rotina de alimentação e malhação diária com mais de 3,5 milhões de seguidores no Instagram.

    Outro exemplo de influenciador que surgiu fora do YouTube é Thaynara OG, que começou a fazer sucesso na internet por causa dos seus vídeos de curta duração no Snapchat e, atualmente, tem mais de 2,5 milhões de seguidores em outras redes, como Instagram e Twitter.

    Thaynara OG

    Todos os exemplos citados acima chamaram a atenção de grandes marcas não só pela quantidade de seguidores que têm, mas porque falam para uma audiência segmentada, portanto, rendem um tipo de publicidade mais assertiva do que outdoors e comerciais de TV.

    De acordo com um estudo feito pela SocialChorus, campanhas com influenciadores podem ter um engajamento até 16 vezes maior do que a publicidade em outros meios de comunicação.

    Outra pesquisa feita pela Nielsen, empresa especializada no comportamento dos consumidores, mostrou que 90% dos clientes confiam na recomendação de outras pessoas para comprar um produto, enquanto apenas 33% se dizem influenciados por anúncios.

    Por causa desse potencial para gerar negócios, os digital influencers ganharam autonomia para negociar valores e ganhar dinheiro, a partir do conteúdo que já produziam.

    Nada mal, considerando que eles faziam o que faziam, por hobby.

    Vantagens x desvantagens de ser um digital influencer

    Assim como qualquer profissão, ser um digital influencer também tem seus prós e contras. A seguir, listamos alguns.

    Vantagens:

    Mobilidade

    Uma das maiores vantagens para pessoas que trabalham com a internet é a possibilidade de trabalhar remoto, seja em casa, no trânsito ou de qualquer lugar do mundo. Basta ter internet, um smartphone, uma câmera e/ou um computador portátil para estar conectado com todos os seus seguidores.

    Liberdade editorial

    Outro fator positivo da profissão de influenciador é que eles podem produzir o conteúdo que quiserem sobre o assunto que têm mais interesse, exceto nos casos que essa liberdade editorial é negociada com a empresa que contratou o serviço.

    Acesso a experiências

    Nos dias de hoje, o influenciador é um dos profissionais mais procurados para endossar produtos e serviços. Por causa disso, eles obtêm certas vantagens no contrato que vão além do cachê, como viagens, acesso à eventos e até mesmo produtos.

    Esse tipo de recompensa é comum principalmente no início, quando o influenciador ainda não construiu a sua autoridade naquele nicho, e troca a sua influência por produtos ou serviços do anunciante, a chamada permuta.

    Agenda flexível

    Como a maior parte do trabalho do influenciador pode ser realizada em casa, ele também tem mais liberdade para organizar sua agenda e distribuir seu dia entre compromissos pessoais e profissionais.

    Mas é importante ter atenção nesse ponto e não ser flexível demais nos horários, pois você precisará produzir conteúdo constantemente para  seus canais, se quiser manter sua audiência engajada.

    Desvantagens:

    Passar menos tempo com a família

    Conforme a demanda pelo seu trabalho aumenta, é possível que você tenha que realizar algumas viagens e comparecer à eventos para divulgar produtos e serviços, o que significa passar mais dias longe de casa. Esse pode ser um grande empecilho para pessoas muito apegadas à família, principalmente, para os influenciadores que têm filhos.

    Mas não desanime! Pense da seguinte forma: quanto mais valor você gerar para a empresa que contratar seus serviços, mais fácil será negociar condições, inclusive, solicitar que seus familiares viagem com você.

    Influenciadores digitais brasileiros

    Influenciadores digitais brasileiros

    Falta de privacidade

    Por causa do excesso de exposição, muitos seguidores sentem como se te conhecessem e podem ser invasivos durante seus momentos de lazer. É comum que essas pessoas tenham interesse em tirar uma foto com a pessoa que seguem nas redes sociais, mas é importante estabelecer limites para preservar sua privacidade e das pessoas que estiverem com você.

    Haters

    Os haters são aqueles usuários cuja maior distração é entrar nos perfis de pessoas conhecidas para fazer comentários maldosos. De acordo com a quantidade de comentários que essa pessoa fizer, e o nível da ofensa, o melhor caminho é ignorar.

    Em caso de comentários preconceituosas ou ameaças a sua segurança, tire prints das postagens e entre em contato com delegacias especializadas em crimes virtuais.

    Calotes de empresas

    A notoriedade dos influenciadores não os deixa imunes à pessoas e empresas que não cumprem o que foi combinado. Por isso, antes de fazer uma parceria, pesquise o anunciante, veja comentários de clientes e, sempre que possível, formalize a conversa em um contrato de prestação de serviços.

    Caso não exista um contrato, certifique-se de deixar documentados os e-mails e mensagens trocadas.

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  • 6 tendências de marketing revolucionárias em 2018

    29 set 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Marketing de relacionamento

    A meta do marketing de relacionamento é focar na construção de uma lealdade mais forte e envolvimento com o cliente em longo prazo, em vez de uma aquisição de cliente e vendas individuais rápidas e de curto prazo. Ele ajuda as empresas a desenvolver conexões mais fortes e emotivas entre o cliente e suas marcas, que impulsionam promoções boca a boca e geração de leads.

    Automação de Marketing

    Usar uma plataforma de automação de marketing facilita a programação de e-mails, segmentação de contatos, automação de publicação de mídias sociais, gerenciamento do seu conteúdo e acompanhamento do ciclo de vida de clientes em seu funil de marketing. Essa tendência de automação destaca também o crescimento da convergência, que permite permanecer tão enxuto, focado e lucrativo quanto for possível, sem comprometer a qualidade.

    Realidade virtual

    A tecnologia de realidade virtual, terá inevitavelmente um enorme impacto na maneira que os profissional de marketing envolverão os consumidores. Uma das coisas mais importantes em marketing, é a personalização. Com a capacidade de contar, literalmente, histórias imersivas, as empresas poderão se envolver como nunca.

    Marketing efêmero

    Para fornecer campanhas integradas que façam os constituintes se sentirem conectados, especialmente a geração mais jovem de consumidores, você precisa oferecer conteúdo exclusivo que tem data de expiração. Esse marketing onde “menos é mais”, trata-se de uma comunicação que é mais curta e direta ao ponto. Em um mundo onde as pessoas têm cada vez menos tempo, esse modelo funciona.

    Pesquisa além dos mecanismos de pesquisa

    Com o Facebook já trabalhando em testes para seu próprio mecanismo de pesquisa, parece inevitável que os recursos de pesquisa irão além do Google, Bing e Yahoo. À medida que os recursos de pesquisa melhorarem nas mídias sociais, as marcas obterão um impulso automático. Além disso, quando botões de comprar e mensagens de pagamento aparecerem nas mídias sociais em 2018, uma plataforma do tipo “tudo em um” se manifestará.

    Inbound Marketing

    Apesar de não ser uma novidade nos Estados Unidos, as empresas brasileiras estão descobrindo cada vez mais o poder o Inbound Marketing. A metodologia Inbound acredita que a forma dos consumidores se relacionarem com as marcas mudou, e é importante saber em que estágio da compra eles estão para abordá-los de maneira estratégica e eficaz.

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  • O potencial de consumo das 10 maiores comunidades do Brasil

    18 set 2017
    Ana Izabel Galvão
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    Em 2016, as periferias brasileiras movimentaram mais de 141 bilhões de reais. Só as classes B2, C1 e C2 responderam por 96 bilhões de reais desse montante.

    Agora, um novo estudo da Outdoor Social, especializada em meios de comunicação para classes populares, mostra o potencial de consumo das dez comunidades mais populosas do Brasil.

    A análise mostra, assim, o potencial de oportunidades para empresas e marcas dentro das comunidades. Oportunidades, também, para atrair anunciantes e estratégias de marketing para aquelas áreas.

    Entre os segmentos que mais movimentam a economia nas comunidades, estão alimentação dentro de casa, artigos de limpeza, calçados, eletrodomésticos e equipamentos, medicamentos, higiene e cuidados pessoais, material de construção, matrículas e mensalidades e vestuário confeccionados.

    Confira os resultados:

    1. Rocinha (RJ)

    Moradores: 71 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$129 milhões
    • Material de construção: 50 milhões
    • Medicamentos: R$ 38 milhões
    • Vestuário: e R$ 25 milhões
    1. Rio das Pedras (RJ)

    Moradores: 56 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 107 milhões
    • Material de construção: R$ 43 milhões
    • Medicamentos: R$ 32 milhões
    • Vestuário: R$ 21 milhões
    1. Heliópolis (SP)

    Moradores: 43 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 88 milhões
    • Medicamentos: R$ 27 milhões
    • Material de construção: R$ 23 milhões
    • Vestuário: R$ 9 milhões
    1. Paraisópolis (SP)

    Moradores: 45 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 93 milhões
    • Medicamentos: R$ 29 milhões
    • Material de construção: R$ 22 milhões
    • Vestuário: R$20 milhões
    1. Cidade de Deus (AM)

    Moradores: 48 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 112 milhões
    • Material de construção: R$ 24 milhões
    • Vestuário: R$ 22 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 17 milhões
    1. Baixada do Condor (PA)

    Moradores: 40 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$97 milhões
    • Material de construção: R$ 21 milhões
    • Vestuário: R$ 20 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: 15 milhões
    1. Baixada da Estrada Nova Jurunas (PA)

    Moradores: 54 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 130 milhões
    • Material de construção: R$ 27 milhões
    • Vestuário: R$ 27 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 19 milhões
    1. Casa Amarela (PE)

    Moradores: 55 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$94 milhões
    • Material de construção: R$ 20 milhões
    • Medicamentos: R$ 19 milhões
    • Higiene e cuidados pessoais: R$ 18 milhões
    1. Coroadinho (MA)

    Moradores: 57 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$104 milhões
    • Material de construção: R$20 milhões
    • Vestuários: R$ 19 milhões
    • Medicamentos: R$17 milhões
    1. Sol Nascente (DF)

    Moradores: 64 mil

    Maiores potenciais de consumo

    • Alimentação em casa: R$ 85 milhões
    • Material de construção: R$ 42 milhões
    • Vestuários: R$ 25 milhões
    • Medicamentos:  R$ 19 milhões.
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  • O que é Branded Content

    16 mar 2017
    Guilherme Teixeira
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    Branded Content baseia-se na ideia de criar um conteúdo que represente a sua marca. Esse tipo de estratégia visa se organizar de forma que se produza sempre um conteúdo que seja relevante para o seu público, de forma não agressiva ou impositiva.

    A internet mudou muito a relação do consumidor com a marca, uma vez que agora é o usuário quem controla aquilo que ele quer ver e qual o tipo de experiência ele pretende ter. Com isso, a produção de propagandas que possuem o mero objetivo de vender um produto e possuem conteúdo muito apelativo não atrairão a atenção dos clientes sendo menos eficaz que outras estratégias adotadas.

    Com isso, é preciso entender melhor o que o seu público pensa e pelo o que se interessa para planejar conteúdos que eles estejam realmente dispostos a ouvir. Isso não necessariamente quer dizer que você não irá mais falar do seu produto ou serviço, e sim que você irá de posicionar por meio de uma estratégia que envolva publicidade, informação e entretenimento, ou seja, utilizará de recursos que tornem o seu conteúdo mais interessante para aqueles que estão recebendo ele.

    Para desenvolver esse tipo de conteúdo é preciso entender alguns pontos. O primeiro deles é que o universo digital demanda que o planejamento dure menos tempo, uma vez que se você demorar muito tempo para falar sobre determinado assunto você corre o risco de torna-lo passado e obsoleto, diminuindo as chances de que seu conteúdo tenha grande visibilidade.

    Outro ponto importante para se levar em conta é o de que, no universo digital, o monitoramento e o gerenciamento desses conteúdos  são muito importantes nesse processo de compreender o que é interessante ou não para o seu público. Ao ter atenção sobre esse ponto, você cria uma maior facilidade de direcionar aquilo que você produz de maneira que atraia as pessoas para quem você pretende vender além de entender, ainda mais, sobre o que elas falam e o que gostam.

    Quanto aos tipos de conteúdo ideais, é importante pensar naquilo que quebre com as expectativas das pessoas. Ao surpreender o leitor, você prende a sua atenção além de gerar interesse, promovendo o engajamento sobre o que você vem produzindo e disponibilizando na  rede para as pessoas.

    Ao adotar essas dicas e entender melhor o seu cliente, suas chances de criar uma boa relação com ele além de se tornar relevante no meio digital é cada vez maior, permitindo que você se torne autoridade no seu segmento e aumentando o seu leque de clientes.

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  • O que é Real Time Marketing?

    9 mar 2017
    Guilherme Teixeira
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    O Real Time Marketing, conhecido em português como Marketing em Tempo Real, é uma estratégia de divulgação que vem sendo cada vez mais adotada para chamar a atenção do público, já que é uma das maneiras mais criativas de gerar interação nas redes sociais.

    Essa estratégia consiste em postar determinado conteúdo que tenha a ver com acontecimentos que acabaram de acontecer. Geralmente esses acontecimentos são eventos que possuem um grande público assistindo, uma vez que é preciso que exista uma rápida associação de fatores que permitam que as pessoas entendam o que sua marca está falando.

    Um bom exemplo dessa estratégia de divulgação aconteceu durante a semifinal da Copa do Mundo de 2014, no qual o Brasil perdia de 7 a 1 para Alemanha e a Coca Cola se manifestou nas suas redes sociais gerando uma grande repercussão.

    Outro bom exemplo aconteceu durante o Superbowl de 2013, quando ocorreu uma queda de energia no estádio e a Oreo aproveitou a oportunidade e publicou uma foto que trazia a legenda “Falta de energia? Sem problemas”. Na imagem, um conselho: “mesmo no escuro dá para mergulhar a bolachinha no leite” que faz referência a uma maneira bem conhecida de consumir o produto.

    post oreo superbowl 2013

    Os cases demonstram que esse tipo de estratégia possui um grande potencial no universo das redes sociais, uma vez que é como se a marca compartilhasse do mesmo sentimento e participasse dos mesmos eventos do seu público, gerando assim uma relação de maior empatia entre as partes.

    Contudo, para abordar esse tipo de estratégia é necessário estar muito bem atualizado sobre os possíveis eventos e acontecimentos que tenham a ver com o seu público, por meio de um intenso monitoramento das redes sociais.

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  • Dicas para aumentar o engajamento do público com a sua marca nas redes sociais

    22 dez 2016
    Guilherme Teixeira
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                Engajamento é a palavra do momento. Chegamos num momento em que curtidas e visualizações não são o mais importante para a consolidação de uma marca. As empresas precisam que o público interaja com as suas publicações e isso vem exigindo cada vez mais estratégias interessantes.

    O engajamento é essencial pois, a partir dele, você cria um relacionamento consistente com o seu público-alvo. Isso é importante na medida em que gera constante interação e um diálogo que acaba por beneficiar as duas partes.

    Hoje vamos te dar algumas dicas de como trabalhar o relacionamento com o público através das redes sociais. Assim você pode avaliar as suas próprias práticas e rever a maneira como você lida com o seu público.

    1 – Defina a sua identidade

                Antes de qualquer coisa, é preciso que você tenha uma identidade bem definida para a sua empresa. Defina cores, padrão de postagens, hashtags e o que mais considerar relevante para que o seu público identifique facilmente a sua empresa. O usuário precisa bater o olho e saber que aquilo se trata de um conteúdo seu e de mais ninguém.

    Ao definir uma identidade você faz com que o seu material se destaque no meio de tudo que um usuário de redes sociais tem acesso. Assim, você tem mais chances de ter seu conteúdo absorvido por aquela pessoa.

    2 – Crie conteúdo relevante

                Essa dica é muito importante. As redes sociais são espaço de diálogo. De nada adianta ficar divulgando excessivamente o seu produto/serviço. Experimente criar um conteúdo relevante para a sua área. Pode ser um post em um blog, um vídeo, um e-book. Isso dará credibilidade para a sua empresa, além de aproximar possíveis clientes.

    3 – Tenha uma agenda de postagens

                Para que suas redes sociais tragam resultados, você precisa alimentá-las com conteúdo relevante constantemente. Crie uma rotina para que seus seguidores sempre possam contar com novos materiais interessantes.

    A dica aqui é desenvolver um planejamento de postagens. Isso irá te ajudar a manter uma consistência e também a organizar as publicações, para que nada fique repetitivo. Por exemplo, você pode escolher um dia para a postagem de vídeos, outro para um link do seu blog, e por aí vai.

    4 – Preste atenção na sua audiência

                Como já falamos antes, as redes sociais são lugar de diálogo. Portanto, o segredo de qualquer estratégia é testar os conteúdos. Não gaste seu tempo produzindo material que não gera resultados. Vá substituindo-os por novas ferramentas, novos assuntos e vá acompanhando de perto o desenvolvimento da sua página.

    Não se esqueça de traçar um objetivo antes de testar. Só analise com base nessa meta traçada. Por exemplo: se você produziu um vídeo visando receber comentários, um grande número de likes não serve para avaliar o sucesso da estratégia.

    Gostou das dicas de hoje? Com um pouco de organização é muito fácil colocá-las em prática.

    Experimente e conte-nos a sua experiência nos comentários!

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  • Como otimizar suas campanhas com testes A/B

    14 dez 2016
    Guilherme Teixeira
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    Um dos fatores mais decisivos para o sucesso de uma estratégia de marketing digital é saber o que agrada ou não o público alvo das campanhas. Atualmente, possuímos diversas formas de entender melhor quem são aquelas pessoas que acessam nossos conteúdos. Neste post vamos falar sobre como os testes A/B podem te ajudar a otimizar as suas campanhas e, de quebra, te ajudar a compreender melhor a sua persona.

    O que são os testes A/B:

                Os testes A/B são avaliações que você pode fazer em Landing Pages, e-mails marketing, calls to action etc, para testar o efeito de certas variantes para o objetivo traçado. Por exemplo, você pode analisar se uma mudança de posicionamento de um CTA em uma Landing Page trará mais conversões para aquela página.

    É importante sempre ter em mente que os testes A/B envolvem apenas uma variante. Isso é importante pois é isso que determinará que você tenha certeza do que fez a diferença na sua peça. Se você mudar muitos elementos de uma só vez, não vai conseguir identificar qual foi o principal fator de mudança.

    Porque os testes A/B são boas ferramentas para o marketing digital:

                Muitas vezes não recebemos os resultados esperados em uma campanha e não sabemos o porquê. É muito mais eficaz tentar encontrar algum fator que possa ser otimizado, do que jogar todo o trabalho para o alto e começar do zero, correndo o risco de não acertar novamente.

    Com os testes A/B você pode avaliar uma série de critérios como cor e posicionamento de CTAs, presença ou não de uma imagem em um e-mail marketing ou landing page entre várias outras variantes. Assim você vai aprendendo o que funciona e o que não deve ser mais utilizado. As menores substituições podem fazer a maior diferença para a sua taxa de conversão!

    Mão na massa:

                Mas afinal, como você deve executar os testes A/B? Vamos te passar um breve passo a passo que você pode aperfeiçoar e adequar à sua experiência.

    1 – Planejamento é tudo: Como em qualquer estratégia de marketing digital, o planejamento deve ser a primeira etapa. Defina qual hipótese você quer testar. Que mudança você quer enxergar? Um aumento na taxa de conversão? Maior engajamento com a campanha? Isso contribui para a definição de qual variante deve ser testada.

    2 – Escolha seu teste: Nem todas as variantes trarão mudanças expressivas para os resultados das campanhas. Por isso, seja criterioso na hora de escolher o que vai ser testado. Procure nas suas campanhas quais fatores você considera serem determinantes para o público e vá testando-os, um a um.

    3 – Defina um período de realização do teste: Não adianta você esperar por resultados imediatos. Cada teste irá demorar um certo período para trazer resultados expressivos. Portanto, é importante que você vá monitorando. Só realmente analise os resultados quando o tempo determinado para o teste chegue ao fim. Normalmente, testes A/B podem ter duração de 15 até 30 dias, dependendo do objetivo traçado e do fluxo de acessos da campanha.

    4 – Mensure os resultados: nessa etapa do teste, o mais importante é ter em mente o seu objetivo inicial. De nada adianta conquistar cliques em um e-mail se o objetivo era conseguir aumentar o engajamento, por exemplo.

    Você pode realizar testes diferentes para uma mesma campanha, só lembre-se de utilizar uma variante de cada vez, para não se perder dos resultados. Além disso, mantenha sempre um “grupo de controle”, para que você possa realizar as comparações necessárias.

    Mantenha um arquivo de todos os testes que você realizar. Assim, você vai conhecendo melhor a sua persona e consegue elaborar materiais e campanhas cada vez mais assertivos. Vá corrigindo os erros e otimizando os acertos!

    Você tem mais alguma dúvida? Comente aqui embaixo que tentaremos te ajudar da melhor maneira possível!

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